segunda-feira, 20 de maio de 2013

INDYTECA: Todas as corridas completas da temporada 2012



Essa foi, sem dúvida, a melhor temporada dos ultimos 10 anos da Indycar Series, disparado. Desde 2008, após a reunificação, foi a melhor com certeza absoluta! Tivemos grid lotado, nenhum acidente onde alguém tenha se machucado seriamente, uma boa disputa pelo título entre Power e Caçador. O DW12 se mostrou um tanque de guerra e resistiu a tremendas cacetadas em Indianapolis, Texas e Fontana, além de proporcionar um tipo de pancadaria entre os carros um tanto quanto incomum para uma categoria de monopostos.

No quesito emoção, a vantagem final de três pontos entre Will Power e Hunter-Reay dá uma noção resumida sobre o equilibrio extremo da temporada que assistimos. E o mais legal foi a final em Fontana e tudo que envolveu Will Power contra o Caçador.

Nas 500 Milhas de Indianapolis tivemos um espetáculo sem precedentes: recorde na troca de lideres em todos os tempos de Indianapolis, algo que deixou Parnelli Jones e outros da velha guarda com sorrisos de orelha a orelha!

A única coisa ruim, dentro das pistas, foi o excesso de circuitos de rua e alguns problemas no asfalto de 'Destroit', como o amigo Morien (da comu da Indy no orkut) carinhosamente apelidou aquela pista.


MEU TOP 5 DE MELHORES CORRIDAS PARA REASSISTIR DE 2012:

1) Indianapolis
2) Fontana
3) Barber
4) Iowa
5) Texas


ASSISTA OU BAIXE A TEMPORADA COMPLETA: INDYCAR SERIES - Temporada 2012 COMPLETA

O carro espelhado de Tião Bourdais para as 500 Milhas de 2013



A MAIS BELA PINTURA DO GRID NOVAMENTE? - Ano passado o veterano francês tetracampeão da Champ Car desfilou um esquema de pintura onde predominava a cor preta aliada aos detalhes prateados. Foi considerada pela grande maioria dos fãs da Indy como a melhor pintura daquela edição das 500 Milhas. Um ano depois, o mesmo Tião Bourdais retorna apostando em um novo esquema de cores. Muitos fãs da Indy já apontam esse carro como o mais belo do grid 2013 para as 500 Milhas. E você, o que acha dessa novo esquema de pintura do francês?



FONTE: Track Forum da Indy

domingo, 19 de maio de 2013

As primeiras vítimas de Indianapolis: Bourque e Holcomb


Esse homem atrás do volante era o piloto canadense Billy Bourque, 26 anos de idade. Ao lado, seu mecânico Harold Holcomb. A foto foi tirada minutos antes de ambos morrerem naquele que ficou marcado como o dia do primeiro acidente fatal da história de Indianapolis. Aconteceu em uma ensolarada sexta-feira, 20 de agosto de 1909, dois anos antes do surgimento das 500 Milhas de Indianapolis.

Bourque estava noivando e tinha planos de subir ao altar em menos de quatro semanas depois dessa corrida em Indiana. Billy havia prometido a sua noiva desistir das competições após a disputa da Vanderbilt Cup de 1909. Mas a promessa nunca chegaria a ser realizada.

Essa é a última foto de Bourque e Holcomb em vida, montados em seu carro número #3. Bourque sorriu para o fotógrafo e depois se despediu fazendo roncar o motor barulhento do seu Knox e recebeu a bandeira verde no principal evento do dia, a corrida de 250 milhas. Na volta 58, Bourque foi visto se virando para olhar para trás um instante, foi nesse segundo que o carro puxou para fora do traçado, ele perdeu o controle e o carro capotou em uma vala. Holcomb morreu instantaneamente; o canadense morreu poucos minutos depois.


Em questão de horas, a mitologia da pista mais perigosa do mundo começava a se construir. No fim da tarde o noticiário de Indianapolis proclamou que Bourque gritou: "Estamos fora!" quando eles colidiram, mas ninguém que não fosse o infeliz mecânico Holcomb poderia ter ouvido esse grito desesperado.

Dois dias depois da morte de Bourque e Holcomb três outros pilotos morreriam na corrida do fim de semana, e houveram então muitos pedidos por todo o país para que se proibissem as corridas de automóveis nos Estados Unidos. O traçado de terra muito esburacado foi responsabilizado como o principal causador desse verdadeiro massacre de pilotos. O fundador da pista, Carl Fisher, prometeu solucionar o problema da pista usando o melhor material de pavimentação conhecido pelo homem da época - os tijolos. E por isso até hoje muitos chamam a pista de Brickyard (que significa literalmente ‘OLARIA’ em inglês).


FONTE DA PESQUISA - http://www.aolnews.com/

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Cockpit fechado? Sim, nas 500 Milhas de 1955




 

Eis o carro comprado por Chapman Root (esse sujeito ao lado da máquina), patrocinado pela Sumar e que foi vetado pela organização da prova em 1955 por não estar de acordo com as regras, ou seja, não era um carro de roda aberta, literalmente. Com o veto, Root lutou para adaptá-lo ao que o regulamento de Indianapolis exigia. Assim, o veículo perdeu o visual futurista, com cockpit fechado e rodas cobertas para se transformar nesse carro:



Nem precisa falar que aconteceram problemas aerodinâmicos graves relacionados com a retirada das carenagens laterais que cobriam as rodas dianteiras e traseiras, isso provocou consequências negativas na estabilidade e no desempenho do carro. Em altas velocidades o fluxo de ar que passava por entre os vãos das rodas sem carenagem fazia com que a traseira do lado direito levantasse, tornando praticamente impossível o controle do carro nas curvas. O peso foi outro problema não resolvido pela equipe de Chapman Root, o carro tinha 200 quilos a mais que a maioria dos competidores na edição de 1955 das 500 Milhas e isso era uma grande desvantagem.


Outro detalhe interessante: quando retiraram as partes proibidas pelo regulamento, o pessoal da equipe do Root não retirou a bolha que fechava completamente o cockpit. Ao que consta, esse detalhe na época não foi vetado pelo diretor de prova. Porém, Jimmy Daywalt após poucas voltas com a cabeça rodeada por aquela "bolha" exigiu que retirassem o adereço, pois segundo o piloto não se enxergava as rodas dianteiras de maneira clara, além da sensação claustrofóbica que Daywalt disse sentir. Dessa forma, o primeiro carro com cockpit fechado testado oficialmente para uma competição importante de monopostos, pelo que tenho conhecimento (se não for esse o pioneiro, me corrijam sem receio, por favor), aconteceu no mês de maio de 1955 durante os treinos livres.


Apesar de largar no meio do grid, na décima sétima posição, o piloto Jimmy Daywalt fez milagre e conseguiu fechar as 500 Milhas numa honrosa nona colocação com o tempo de 4hrs01min09segs, mais de 8 minutos atrás do vencedor, Bob Sweikert.


NO YOUTUBE
Jimmy Daywalt, correndo em Indianapolis sem o carro adaptado: VIDEO - http://youtu.be/x9ewxKC_yYw?t=29s

O Halloween da Indy

(Sam Schmitd, chefe de equipe de Pagenaud e Vautier, preparado pro Halloween da Indy)


(Al Unser Jr., chegando na festa sem fantasia!)

(Precisa comentar alguma coisa?)


(Arie Luyendyk pai, Arie Luyendyk filho e o Batman)

FONTE: http://blog.ims.com/tag/indy-500/

quinta-feira, 16 de maio de 2013

A. J. Foyt e o tetracampeonato em Indianapolis




É TETRA, É TETRA!!! – Foto histórica de A.J. Foyt antes de cruzar a linha de chegada nas 500 Milhas de 1977. Braço direito levantado celebrando um dos maiores triunfos de sua carreira como piloto, o de ser o primeiro tetracampeão em Indianapolis (1961, 1964, 1967 e 1977). Foyt tinha vantagem de quase 30 segundos sobre Tom Sneva, o único piloto a terminar na mesma volta do líder.